Madeiro.
Disse Ele a declamar aos perdidos, num sussurro pacífico o lírico bendito a cantar.
Sou eu, disse a cantarolar
“Vinde a mim todos os cansados e oprimidos”
Sou eu quem te digo, “em mim acharás abrigo”
Sou fonte que sacia o faminto, liberto do exílio e alegro o contrito.
Sou o caminho para corações perdidos, guiar de nômades e peregrinos. sou teu pai e teu amigo.
No madeiro me entreguei, minha vida como bálsamo derramei, em minha lápide te salvei.
Não demores a vir, pois breve virei para buscar os meus a quem resgatei.
Sou Jesus Cristo, sou teu Rei.
Autor: Daviel Campos

