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domingo, 4 de maio de 2025

Cordel, Dia Nacional da Caatinga

Caatinga


Caatinga

I

Símbolo maior do nordeste,

Tem as suas variedades,

Plantações de raridades,

Representa o nosso agreste,

Todo norte, noroeste,

E o nosso sertão central,

Sertanejo, homem rural,

Conhece bem a mandinga,

Sobrevive na caatinga,

Com seu modo habitual.

II

No período de invernada,

A caatinga é um alimento,

Traz sustança pro sustento,

Da criação maltratada,

Vão pra mata embrenhada,

Logo ao nascer da aurora,

O dia todo, passam fora,

Buscando alimentação,

Bem antes da escuridão,

Tardezinha vêm embora. III

Fauna da nossa caatinga,

Onça parda com preá,

Cachorro do mato, tejo,

Azulão, tatu, gambá,

Camaleão e raposa,

Tem calango, mariposa,

Asa branca e carcará.

IV

Catingueira e mucambo,

Xique-Xique, juazeiro,

Mofumbo e guarabira,

Barriguda, umbuzeiro,

Jurema e mandacaru,

Ipê-roxo com umbu,

Mussambê e facheiro.

V

A caatinga é um bioma,

De origem nordestina,

Floresta em diversidade,

Que a gente não imagina,

Tem sua biodiversidade,

Com sua peculiaridade,

Falta d'água é uma rotina.

VI

O vaqueiro tão valente,

Ao entrar na mata virgem,

Chega até sentir vertigem,

Sem temer, segue a frente,

O sol escalda nte, quente,

Dos poros, o suor pinga,

Embrenhado na caatinga,

Vai abrindo seu caminho,

Com Deus, nunca vai sozinho,

Toma um gole da moringa.

VII

A caatinga e o sertanejo,

No nordeste se completam,

Se entendem, se afetam,

Cada um com seu manejo,

Como som do realejo,

Sem letra e partitura,

Vão cantando amargura,

Que saem dos corações,

Entoam lindas canções,

Com requinte de doçura.

 

Deus proteja nossa caatinga!

 

Joabnascimento

Camocim-CE 28/04/24

D.A.R. Lei 9610/98

Cordel, com Joab Nascimento

 

Sertanejo

O sertanejo

I

Em sua sela a cavalgar

O sertanejo se equilibra

Preparado para a briga

E pela vida lutar

Na secura do nordeste

Da quentura do agreste

Tira o sustento de lá

II

Sob o sol de um vulcão

Nesse torrão ressecado

Ele tira seu bocado

É difícil a plantação

Busca água em estiagem

Com sua força e coragem

Pra cultivar todo o chão

II

Sem vontade de sorrir

Como é quente o vapor

Pede a Deus nosso senhor

Força para prosseguir

A dura luta enfrentar

Coragem para lutar E nunca mais desistir

IV

O perene em seu olhar

No rosto só esperança

Sonhando que nem criança

Um dia poder encontrar

Um pouco d’água e fartura

Para acabar a tortura

Que ronda o povo de lá

V

No seu rachado torrão

Cavalga hora por hora

Lembra do tempo de outrora

Cada palmo desse chão

Buscava em todo caminho

Já crescido, rapazinho

Procurando água e pão

VI

Sua casinha sem oitão

Que nem chegou acabar

Da sua mãe sempre a rezar

Rogando chuva no chão

Da luta forte e constante

Não abandona um instante

A fome de cada irmão.

VII Paz e resignação

No seu peito ele conduz

Na velocidade da luz

E muita obstinação

Ele lembra com saudade

Não ter oportunidade

D'uma boa educação

VIII

Está sempre a constatar

Através da informação

Do seu radinho de mão

Que possui pra escutar

Longe de todos de tudo

É feliz porém, contudo,

Não tem maldade no olhar

IX

No chão duro a cavalgar

Trafegando todo dia

No rosto sem alegria

Com vontade de voltar

O calor na testa ardendo

A fome sempre gemendo

Com força pra continuar

X

O sol quente escaldante

Faz escorrer o suor

Nosso Deus é o maior

Não se separa um instante

Chega logo ao seu roçado

Amarra o cavalo ao lado

Começa a luta constante XI

Na terra seca a abrasar

Com força e disposição

Aduba aquele torrão

Com vontade de plantar

Semeando aqueles grãos

Suor e calos nas mãos

Espera chuva chegar

XII

Sem ter nada a recear

Sem esperança e futuro

Batendo a cara no muro

Sem saber se vai vingar

Lá de riba Deus é nobre

Pra encorajar o pobre

Gota d’água faz brotar

XIII

Já é o suficiente

Pra sua vida melhorar

Uma gota faz vibrar

Deixa o coração contente

A fé jamais lhe abandona

Ao contrário é a sua dona

Sempre é luz em sua mente

XIV

Se cada segundo ao dia

Caísse uma gota ao chão

Dando vida ao seu torrão

Uma planta nasceria

Mas o sol volta a queimar

A terra tende a tostar

Tristeza não é alegria

XV

Sertanejo é muito forte Lutador e combatente

Um homem muito valente

Na fé traça sua sorte

A sua arma é a enxada

A roça é sua aliada

O trabalho é seu esporte

XVI

Já cansado dorme cedo

Para a luta enfrentar

De manhã ao levantar

Tão forte que nem rochedo

Está pronto para a luta

Enfrenta toda disputa

Nada ali lhe mete medo

XVII

Duro é ter que relembrar

A luta durante o tempo

Todo o seu pensamento

Só tristeza ao recordar

Os seus passados tristonhos

Tantos pesadelos, sonhos

Uma lágrima faz rolar.

XVIII

Na vida do sertanejo

Não existe um descanso

Nem folga e nem remanso

Nem fantasia nem almejo

É plantar para colher

Pra poder sobreviver

É o seu único desejo

XIX Falar do agricultor

Dói a dor do coração

É como se o nosso chão

Se abrisse ao nosso redor

Nós que muito esquecemos

A vida que um dia tivemos

Talvez tivesse pior

XX

Deus fez a humanidade

Fez natureza e o mar

Campo para alimentar

Saciar necessidade

O tal do capitalismo

Trouxe o mal e egoísmo

Chagas pra eternidade

XXI

Venho por obrigação

Com inspiração divina

Trago comigo a sina

Desejo e dedicação

Defender com veemência

Sem trégua e sem clemência

O sertanejo e o sertão

XXII

Nesse meu texto rimado

Do sertanejo aqui falo

De forma alguma me calo

O sertanejo é sagrado

Aquele lutador rural

Livre do bem e do mal

É um ser abençoado

XXIII Defendo homem roceiro

Com toda minha verdade

Com fé e serenidade

Serei sempre verdadeiro

Falo com sinceridade

Que a nossa humanidade

Seja dele o seu herdeiro

XXIV

Que essa sociedade

Tenha uma solução

Dar mais valorização

Dando oportunidade

No sertanejo a confiança

É provida de bonança

Detentor de habilidade

XXV

Um homem de coração

Que trabalha pro sustento

Desse povo tão sedento

Que roga alimentação

Se eu tivesse o poder

Acabaria o padecer

De quem ara e planta o chão.

 

Joab nascimento

Camocim-CE 06/09/10

D.A.R. Lei 9610/98


quinta-feira, 1 de maio de 2025

Dia do trabalhador

 

Dia do trabalhador

Dia do trabalhador 

I

Venho homenagear,

O dia do trabalhador,

Não importa a profissão,

Seja médico ou lavrador,

Do servente ao engenheiro,

Do cientista ao faxineiro,

Seja mestre ou professor.

II

O dia primeiro de maio,

Com louvor foi escolhido,

Por orientação Divina,

Esse dia foi sugerido,

Para homenagear,

O homem que trabalhar,

Por Deus, é reconhecido.

III

Todos nós trabalhadores,

Somos homenageados,

Devemos grande favor,

Por terem se revoltados,

A jornada de trabalho,

Naquele período falho,

Estavam escravizados.

IV

Na cidade de Chicago,

Houve a manifestação,

Nas ruas daquela cidade,

Teve grande confusão,

Vários mortos e feridos,

Trabalhadores sofridos,

Clamam reivindicação.

V

Oito horas de trabalho,

Um direito conquistado,

A partir daquele dia,

Ele foi mais respeitado,

A jornada merecida,

Pelo povo, conseguida,

Um desejo alcançado.

VI

Todos nós trabalhadores,

Representamos progresso,    

Trazendo a modernidade,

Combatendo o retrocesso,

Estudando e pesquisando,

Seu espaço conquistando,

Resultando em sucesso.

VII

Independente da área,

Da modesta, a genial,

O trabalho é importante,

No campo ou na estatal,

Do vigia ao empresário,

Todo e qualquer funcionário,

Do leigo ao intelectual.

VIII

Quem trabalha Deus ajuda,

Diz assim velho ditado,

Que nosso Deus nos acuda,

Um provérbio comentado,

O homem que planta o chão,

Pra nossa alimentação,

Por todos é respeitado.

IX

Como flecha pontiaguda,

Que perfura um coração,

Deixa o lavrador doente, 

A estiagem no sertão,

Todo trabalho enobrece,

Quando o homem agradece,

É pra Deus uma oração.

X

É, São José operário,

Tutor do trabalhador,

Hoje estar muito feliz,

Junto com nosso senhor,

Suas bençãos, derramando,

A todos, abençoando,

Protegendo o servidor. 


Salve todos trabalhadores!!!!!


Joabnascimento 

Camocim-Ce 01/05/2023

D.A.R. Lei 9610/98

quinta-feira, 24 de abril de 2025

Cordel Joabe Nascimento

 

Chimarrão

Dia do Chimarrão (24/04)

I

Bebida típica do sul,

o famoso chimarrão,

é feito da erva-mate,

desde a colonização,

é servida numa cuia,

pruma boa degustação.

II

Ilex paraguariensis,

a erva-mate, famosa,

com os ramos triturados,

de uma forma harmoniosa,

juntos com as suas folhas,

fazem mistura gostosa.

III

A sua fórmula não é simples,

nem feita de qualquer jeito,

ele tem medida certa,

seu preparo é perfeito,

pra fazer bom chimarrão,

não se altera seu conceito.

IV

Em qualquer recipiente,

não deve ser consumido,

tem que ter, cuia e bomba,

para ser reconhecido,

Durante todo período,

Lá no sul, ele é ingerido.

V

Numa xícara ou caneca,

se a erva for bebida,

por nome de chimarrão,

já não é reconhecida,

apenas uma bebida,

qu'está sendo consumida.

VI

Cuia, espécie de vasilha, 

ela é feita da cuieira, 

por porongo, é conhecida,

de'uma forma costumeira,

tem formato ovalado,

essa é a forma verdadeira.

VII

Uma bomba ou bombinha,

pro consumo é usado,

também se usa um canudo,

muito bem apresentado,

no fundo possui um filtro,

com diâmetro arredondado.

VIII

Na parte superior, 

tem um bocal achatado ,

feito em folhas de ouro,

pra não ser, oxidado,

de uso individual,

tem que ter muito cuidado.

IX

Chimarrão para o sulista,

é igual a nossa cachaça,

é café servido quente,

sob a névoa de fumaça,

no início era ingerido,

numa quenga de cabaça.

X

Foi do século XVI, 

quando os espanhóis chegaram,

eram colonizadores,

os Guaranis, encontraram,

no estado do Paraná,

foi lá que eles aportaram.

XI

Um tipo de chá amargoso,

os índios já consumiam,

era servido em porongo,

vasilhas que eles faziam,

em canudos de taquara,

chá, qu'eles absorviam.

XII

A erva-mate moída,

é posta, em água quente,

70° aproximado<

é o ideal, suficiente,

desse modo ela é bebida,

no dia-a-dia, frequente.

XIII

É uma herança indígena,

Guaranis, Aiamará,

Quechua e Cainguangue

das terras de Guayrá,

na República do Paraguai,

e o estado do Paraná.

XIV

Pelos padres jesuítas,

esse chá foi difundido,

no tempo das reduções,

esse chá foi proibido,

foi muito ruim pros índios,

pois ficaram sem libido.

XV

O consumo de erva-mate,

pode trazer benefícios,

devido aos seus compostos,

pode evitar malefícios,

ao consumir chimarrão,

tente evitar desperdícios.

XVI

Tem no composto da erva,

polifenóis, saponina, 

cafeína e outras mais, 

teobromina e xantina,

substâncias estimulantes,

pertencem a teofilina.

XVII

O seu consumo auxilia,

fazer a diminuição,

do colesterol ruim,

pra melhor circulação,

gordura abdominal,

ajuda a eliminação.

XVIII

Diurética, anti-inflamatória,

tem essas propriedades,

os indígenas consumiam,

sempre em grandes quantidades,

tinham mais disposição,

pra fazer atividades.

XIX 

Tem muitas propriedades,

valores nutricionais,

propriedades laxativas,

vitaminas, minerais,

tem compostos bioativos

nutritivos, medicinais.

XX

Também é afrodisíaco,

estimulante natural,

previne a osteoporose,

no controle intestinal,

é vasodilatador,

afrodisíaco sexual

XXI

Para os colonizadores,

esse hábito foi passado,

um utensílio moderno,

num momento foi criado,

hoje tem vários enfeites

que deixa o chá enfeitado.

XXII

Lá na região do sul,

toda sua população,

pra todo canto que vai,

leva a garrafa na mão,

com água quente, fervendo,

pra fazer seu chimarrão.

XXIII

O chimarrão já faz parte,

da vida paranaense

do gaúcho com bombacha,

também do catarinense,

esse costume nativo,

não há ninguém que dispense.


Joabnascimento

Camocim-CE 25/05/22

D.A.R. Lei 9610/98

sábado, 19 de abril de 2025

Cordel

 

Via sagra

Via Sacra 

I

Como vamos explicar,

Pruma criança inocente,

A história de um homem,

Que'ainda comove a gente,

Do seio da mãe arrancado,

Por multidão, arrastado,

Como um ser indigente.

II

Ao julgamento dos homens,

Ele sem dó foi julgado,

Sem amor no coração,

À morte foi condenado,

Flagelado e agredido,

Seu veredito expedido,

Na cruz ele foi pregado.

III

Dessa forma eu explico,

O início do sofrimento,

Do nosso amado Jesus,

Em seu último momento,

Uma história de dor,

E do mais sublime amor,

Mostrada no sentimento.

IV

É o caminho da cruz,

Um percurso doloroso,

Ao chegar ao Monte Gólgota,

Um trajeto ardiloso,

São 15 as estações,

Choros e lamentações,

Cruciante, lastimoso.

V

A primeira estação:

Ele é condenado a morte,

Em troca de Barrabás,

Esse teve muita sorte,

Pilatos na indecisão,

Pergunta pra multidão,

Que definem seu consorte.

VI

Na segunda estação,

Eles despiram Jesus,

Sobre seus ombros colocam,

Grande e pesada cruz

Forcando-o a carregar,

Sem ao menos respeitar,

Um ser sublime de luz.

VII

Na terceira estação,

Jesus fraco e cansado,

Caiu a primeira vez,

Tava muito maltratado,

A cruz era tão pesada,

Ainda levava chicotada,

De um soldado malvado.

VIII

Foi na quarta estação,

Um momento emocionante,

Ele encontrou sua mãe,

Que chorava nesse instante,

Jesus era insultado,

Pelo povo, provocado,

Num momento angustiante.

IX

Na quinta estação, Jesus,

Estava difícil andar,

Os soldados obrigaram,

Cireneu a lhe ajudar,

O seu nome era Simão,

Ajudou-lhe dando a mão,

Pra depois lhe abandonar.

X

Na sexta estação, Verônica,

Seca o seu rosto suado,

Num descuido dos soldados,

Ela chega do seu lado,

Recolheu lágrimas, suor,

Com o seu amor maior,

Seu rosto ficou gravado

XI

Já na sétima estação,

Novamente ele caiu,

Estava muito exausto,

Levantou-se e partiu,

Continuou seguindo em frente,

Seu corpo muito doente,

Mais uma vez, resistiu.

XII

Na oitava estação,

Torna-se consolador,

Mesmo ferido, sangrando,

No rosto mostrava dor,

As mulheres que choravam,

As suas lágrimas derramavam,

Jesus lhe oferece o amor.

XIII

Cai pela terceira vez,

Já na nona estação,

Perante os xingamentos,

E risos da multidão,

Outra vez se levantou,

Para frente caminhou,

Pra sua crucificação.

XIV

Foi na décima estação,

Que Jesus ficou despido,

Arrancaram-lhe as vestes,

Deixaram "desprevenido",

Jogaram suas vestes fora,

Caminharam sem demora,

Para o monte, referido.

XV

Décima primeira estação,

Jesus foi crucificado,

Deitaram ele na cruz,

Para ser apregoado,

Todos seus membros pregaram,

Seus pés e mãos, mutilaram,

Jesus continuou calado.

XVI

Mesmo sentindo as dores,

Dos pregos dilacerando,

Jesus nunca reclamou,

Para Deus, disse exclamando,

Meu pai, lhes dê o perdão,

Que'eles não sabem então,

O que estão praticando.

XVII

Décima segunda estação,

Exausto por sofrimento,

O seu coração parando,

Foi chegado o momento,

Aquele ser cheio de luz,

Veio a morrer na cruz,

Estremeceu o firmamento.

XVIII

Porém, antes de morrer,

Pela dor, já transtornado,

Voltou-se de novo ao pai,

Indagou, desesperado,

Porque me abandonaste?

Oh meu pai, tu me deixaste!

Não estás mais ao meu lado?

XIX

Foi por um momento apenas,

Qu'ele desacreditou,

Ao chegar às 3 da tarde,

O céu escuro, ficou,

No templo de Jerusalém,

O toldo rasgou também,

Pela última vez, suspirou.

XX

Décima terceira estação,

Da cruz ele foi deposto,

Quando a noite caiu,

O povo deixou seu posto,

Foi enorme a dispersão,

De'uma grande multidão,

Que assistiram de bom gosto.

XXI

Foi José de Arimatéia,

Que tomou a decisão,

Pediu a Pôncio Pilatos,

Pra fazer a remoção,

Pilatos lhe autorizou,

Num lençol ele o enrolou,

Com carinho no coração.

XXII

Décima quarta estação,

No sepulcro, sepultado,

Por José de Arimatéia,

Com pedra ele foi fechado,

Como era de costume,

Tal qual cheiro dum perfume,

Do corpo foi exalado.

XXIII

Jesus ressurge pro povo,

Décima quinta estação,

Chegou o terceiro dia,

O dia da ressurreição,

Um anjo que avisou,

Que Jesus ressuscitou,

Ali não estava mais não!

XXIV

Só para finalizar,

Explicando pra criança,

Via Crucis é um momento,

De dor, fé e esperança,

A Páscoa lembra Jesus,

Que foi morto numa cruz,

Por sua boa aventurança.


Joabnascimento

Camocim-CE 06/03/24

D.A.R. Lei 9610/98