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Poema

 Olívia — Élaa

És fonema lírico, em ode a cantar suas raízes latinas,
a revelar sua essência pacífica.
És a harmonia escrita a projetar sua identidade natural;
és, do grego eláa — da oliveira —, símbolo de serenidade e paz.
És, do fruto, o azeite suave, cítrico;
és juventude e graça imortal.
És sabedoria a guiar a eternidade alcançada,
antítipo da graça revelada.
És oliveira brava a enxertar ramos estranhos, a acomodar,
em seus galhos, a esperança dos andarilhos.
És caminho
a trilhar em metáforas,
verdade a declarar sua graça.
És personificação geométrica em rubrica,
compasso elegante na música,
és pura, Élaa.
És vida a doar,
fonte a saciar,
comida a fartar,
és salvação a contemplar.
És Cristus.

Daviel Campos

"Olá, amigos da literatura! Sou Daviel Campos, escritor, poeta e amante da literatura nacional e regional. Autor de 'O Lar que Perdi, Uma Jornada em Busca de Redenção' (ficção religiosa) e 'O Manual do Instrutor Bíblico' (teológica). Componho a lista dos melhores escritores e poetas da região com o poema 'Minha Terra Não Materna', publicado pela Academia Camocinense de Ciências, Artes e Letras (ACCAL), na Antologia A Centelha." Sinto-me honrado em compartilhar minhas reflexões e experiências com você. Espero que cada post seja uma fonte de inspiração e crescimento. Aqui, você encontrará: Histórias emocionantes de autores renomados; Reflexões profundas de pensadores visionários; Dicas práticas de especialistas em diversas áreas. Além disso, desvendaremos mundos literários com: Obras e poemas de destacados autores regionais; Análises de clássicos da literatura brasileira. Meu compromisso é oferecer conteúdo de qualidade que recompense seu tempo e atenção.

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